Comissão
Estatuto
Histórico
Localização
Contato
BIQ
BIBLIOTECA DO INSTITUTO DE QUÍMICA
UNICAMP

 
DISSERTAÇÃO DE MESTRADO
 
Autor: Okamoto, Sayuri
Título: Utilização de Diferentes Tipos de Imobilização da Enzima Oxalato Oxidase na Construção de Biossensores
Ano: 1996
Orientador: Prof. Dr. Graciliano de Oliveira Neto
Departamento: Química Analítica
Palavras-chave: Imobilização enzimática, Oxalato oxidase, Biossensores
Resumo: Este trabalho consiste no desenvolvimento de biossensores potenciométricos e amperométricos para análise de oxalato. A enzima utilizada foi a oxalato oxidase que foi imobilizada utilizando diferentes técnicas de imobilização enzimática. Talos de beterraba foram utilizadas como suporte para alguns dos métodos de imobilização ( radiação gama, ligação covalente, adsorção e natural), com os quais, construiu-se biossensores potenciométricos. As enzimas purificadas foram imobilizadas por oclusão, em uma matriz de pasta de carbono, constituindo biossensores amperométricos. Construiu-se um reator enzimático, com detecção amperométrica, tendo como fonte enzimática, as folhas de caruru. A imobilização feita com radiação gama resultou em maior tempo de vida e quando associada com glutaraldeído, conferia maior estabilidade ao processo de imobilização. Provavelmente, a irradiação auxilia no processo de formação de ligações covalentes, tornando-as mais efetivas. O ambiente de oxigênio inibe a formação destas ligações covalentes. Enquanto na presença de tampão, a atividade enzimática é inibida. Os biossensores amperométricos, apresentaram uma faixa útil de 1x10 a 1x10 mol/L de ácido oxálico com facilidades de preparo e manuseio. O emprego dos mediadores poderiam ser eficazes para eliminação de interferências por espécies eletroativas detectáveis em potenciais mais altos. Pelo estudo em sistema FIA com reator enzimático, determinou-se um valor de Km' de 1,3x 10 mol/L para a enzima "in natura" em folhas de caruru e foi utilizado para análise de ácido oxálico na faixa de 2,5x10 a 1,0x10 mol/L.
Abstract: This work is based on development of potentiometric and amperometric biosensors in order to analyse oxalate. Several technics of enzyme immobilization were used to immobilize oxalate oxidase on beet stem which were used as enzyme suport and submitted to differents kinds of immobilization ( gamma radiation, covalent linkage, adsortion and natural) making potentiometric biosensor. The purified enzyme was immobilizated by oclusion in the carbon paste to obtain an amperometric biosensor. An enzyme reactor with amperometric detection was made using spiny pigweed as enzyme source. The immobilization by gamma irradiation gave more enzyme lifetime and when it is associated with glutaraldehyde provided more stability to immobilization process. Probably, the gamma irradiation helps in the process of covalent linkage formation, making then more effective. The oxigen ambient inhibits the formation of these linkages while in the presence of buffer, the enzyme activity is inhibited. The amperometric biosensors, showed usefull working range of 1x10 - 1x10 mol/L for oxalic acid, which are easy to prepare and to handle. The use of mediators could be efficient to eliminate electroactives interferences which is detectable in higher potentials. By studies performed with a enzyme reactor acopled to a FIA system, the Km' value for the natural spiny pigweed enzyme was found to be 1,3x 10 mol/L and the usefull range for oxalic acid determination was 2,5x10 - 1,0x10 mol/L.
Arquivo (Texto Completo): vtls000109993.pdf ( tamanho: 3,35MB )

Instituto de Química / Caixa Postal n° 6154
Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
13083 - 970, Campinas, SP, Brasil
e-mail: biq@iqm.unicamp.br
© 2012-2014 BIQ